Uma peça reina em absoluto neste verão. A moda aponta para o vestido longo, curtíssimo, estampado, balonê. Enfim, você pode usá-lo a todo momento e ocasião. Mas confira alguns cuidados antes de sair às compras.
"O longo é a grande tendência para o dia-a-dia, desde que usado com rasteirinhas", aconselha a personal stylist Nazareth Amaral. A profissional diz que quando acompanhado com salto alto, o longo deve se restringir a festas de gala.
Já a consultora de imagem Sabina Donadelli não aposta muito nos longos para serem usados a luz do dia. "Este modelo é restrito para as pessoas que curtem moda. Ele vai sumir das vitrines sem que tenha chegado ao grande público", afirma.
Para Sabina, o verão brasileiro pede os minivestidos. "Eles combinam mais com o estilo sexy da mulher". Mas para não tornar vulgar o modelo sensual, opte por peças mais soltas do corpo.
E atenção, o mini exige cuidados especiais. "A mulher que pretende usar um vestido curto deve estar com as pernas bonitas, depiladas e bronzeadas", diz Nazareth Amaral.
Ao contrário do longo, o curtinho pode ser usado tanto com rasteirinhas como com sapatilhas e, ainda, com salto alto, principalmente se for para freqüentar uma balada. "O minivestido com escarpin fica ótimo para a noite", destaca a personal stylist.
E não se esqueça de abusar do balonê. De acordo com Nazareth, ele ainda está super em alta.
A versão longuete também não deve ser descartada. "Seguindo o estilo dos anos 50 e 60, esse modelo fica bom com cintos, faixas e todo tipo de calçado. É um vestido elegante, indicado para ser usado no trabalho", explica a personal stylist Nazareth Amaral.
Cores e estampas
Os tons predominantes neste verão, segundo Nazareth Amaral, são o azul, o verde, o amarelo, o roxo e o vermelho. Sabina Donadelli diz ainda que a mulher deve apostar no branco e no preto, as cores, que de acordo com a consultora, ficam para sempre.
Se você quiser optar por uma cor da temporada, sem que a peça seja deixada de lado na próxima estação, Sabina dá a dica: "compre a cor do verão que mais combina com o que você já tem no guarda-roupa".
O brilho definitivamente caiu no gosto das brasileiras. "Peças com paetês dourados e prateados são coringas e podem ser usadas até no inverno, acompanhadas por uma pantalona", destaca Sabina Donadelli.
Quanto às estampas, Nazareth Amaral aposta nos florais e também nos desenhos geométricos. Já as imitações de pele de animal, segundo Sabina, ainda permanecem no cenário da moda, mas já não são mais tendência.
Um toque especial
Faixas e cintos estão sendo usados sobre vestidos para marcar a silhueta ou simplesmente dar um toque especial à peça. A consultora Sabina Donadelli ensina como usar esses acessórios.
- Para mulheres altas: a faixa deve ser usada próxima à cintura;
- Para as baixinhas: use a faixa ou cinto logo abaixo dos seios, isso dá a impressão que a silhueta foi alongada;
- Para as gordinhas: o melhor é não usar esse tipo de acessório. Dê preferência para os modelos mais soltos do corpo.
fonte: http://moda.terra.com.br
sábado, 9 de janeiro de 2010
História da Moda
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Os seres humanos passaram a se cobrir com peles de animais para se proteger do clima e, com o tempo, essa proteção foi se tornando cada vez mais sinônimo de poder e status.
Na época bizantina dava-se valor, por exemplo, às roupas na cor roxa, pois essa cor era derivada de um pigmento muito raro que só a nobreza tinha condições de adquirir.
Já os mais pobres usavam roupas na cor azul, que era feita com uréia, encontrada em abundância, pois os tintureiros tomavam muitas bebidas alcoólicas, faziam a urina em baldes, e essa era utilizada para tingir as peças de tecido.
[editar] A moda nos anos 1920
Ver artigo principal: Moda na década de 1920
Nessa época, a moda já estava livre dos espartilhos do século XIX. As saias já mostram mais as pernas e o colo. Na maquiagem, a tendência era o batom. A boca era carmim, em forma de coração. A maquiagem era forte nos olhos, as sobrancelhas eram tiradas e o risco pintado a lápis. A tendência era ter a pele bem branca.
Moda de 1925OBS: A moda teve o seu marco nas décadas de 60 e 70, com a influência de "mods" "skinheads" que buscavam um meio alternativo de se vestir. Eles destruíam roupas clássicas e misturavam com roupas cotidianas , no entanto o mercado viu a necessidade de fazer roupas finas que atendesse aquele público que queria sair do clássico.
Foi a época de Hollywood em alta, e a maioria dos grandes estilistas da época, como Coco Chanel e Jean Patou, criaram roupas para grandes estrelas.
Foi uma década de prosperidade e liberdade, animada pelo som das jazz-bands e pelo charme das melindrosas, as mulheres modernas da época, que frequentavam os salões e traduziam em seu comportamento e modo de vestir o espírito da também chamada Era do Jazz.
A silhueta dos anos 1920 era tubular, os vestidos eram mais curtos, leves e elegantes, com braços e costas à mostra. O tecido predominante era a seda. Os novos modelos facilitavam os movimentos frenéticos exigidos pelo charleston - dança vigorosa, com movimentos para os lados a partir dos joelhos. As meias eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas. O chapéu, até então acessório obrigatório, ficou restrito ao uso diurno. O modelo mais popular era o "cloche", enterrado até os olhos, que só podia ser usado com os cabelos curtíssimos, a "la garçonne", como era chamado. A mulher sensual era aquela sem curvas, sem seios e com quadris pequenos. A atenção estava toda voltada aos tornozelos.
A sociedade dos anos 1920, além da ópera ou do teatro, também freqüentava os cinematógrafos, que exibiam os filmes de Hollywood e seus astros, como Rodolfo Valentino e Douglas Fairbanks. As mulheres copiavam as roupas e os trejeitos das atrizes famosas, como Gloria Swanson e Mary Pickford. A cantora e dançarina Josephine Baker também provocava alvoroço em suas apresentações, sempre em trajes ousados.
Em 1927, Jacques Doucet (1853-1929), figurinista francês, subiu as saias ao ponto de mostrar as ligas rendadas das mulheres - um verdadeiro escândalo aos mais conservadores. Foi a época da estilista Coco Chanel, com seus cortes retos, capas, blazers, cardigãs, colares compridos, boinas e cabelos curtos. Durante toda a década Chanel lançou uma nova moda após a outra, sempre com muito sucesso.
Figurinistas da década de 1920
Jacques Doucet (1853-1929), um figurinista francês, em 1927, subiu as saias para mostrar as ligas rendadas.
Coco Chanel criou a moda dos cortes retos, capas, blazers, cardigãs, colares compridos, boinas e cabelos curtos.
Jean Patou, estilista francês teve o foco na criação de roupas esportivas. Inclusive para a tenista Suzanne Lenglen. Também revolucionou a moda da praia99 a com seus maiôs.
[editar] Décadas de 1960 e 1970
Ver artigo principal: Moda na década de 1960
HippiesAs roupas nas décadas de 60 e 70, época dos hippies, transmitiam a paz e amor, lemas da época, por cores alegres e estampas floridas, demonstrando sensibilidade, romantismo, descontração e bom humor, como também a liberdade de expressão perante o regime ditatorial em países como o Brasil, Chile e França.
Os seres humanos passaram a se cobrir com peles de animais para se proteger do clima e, com o tempo, essa proteção foi se tornando cada vez mais sinônimo de poder e status.
Na época bizantina dava-se valor, por exemplo, às roupas na cor roxa, pois essa cor era derivada de um pigmento muito raro que só a nobreza tinha condições de adquirir.
Já os mais pobres usavam roupas na cor azul, que era feita com uréia, encontrada em abundância, pois os tintureiros tomavam muitas bebidas alcoólicas, faziam a urina em baldes, e essa era utilizada para tingir as peças de tecido.
[editar] A moda nos anos 1920
Ver artigo principal: Moda na década de 1920
Nessa época, a moda já estava livre dos espartilhos do século XIX. As saias já mostram mais as pernas e o colo. Na maquiagem, a tendência era o batom. A boca era carmim, em forma de coração. A maquiagem era forte nos olhos, as sobrancelhas eram tiradas e o risco pintado a lápis. A tendência era ter a pele bem branca.
Moda de 1925OBS: A moda teve o seu marco nas décadas de 60 e 70, com a influência de "mods" "skinheads" que buscavam um meio alternativo de se vestir. Eles destruíam roupas clássicas e misturavam com roupas cotidianas , no entanto o mercado viu a necessidade de fazer roupas finas que atendesse aquele público que queria sair do clássico.
Foi a época de Hollywood em alta, e a maioria dos grandes estilistas da época, como Coco Chanel e Jean Patou, criaram roupas para grandes estrelas.
Foi uma década de prosperidade e liberdade, animada pelo som das jazz-bands e pelo charme das melindrosas, as mulheres modernas da época, que frequentavam os salões e traduziam em seu comportamento e modo de vestir o espírito da também chamada Era do Jazz.
A silhueta dos anos 1920 era tubular, os vestidos eram mais curtos, leves e elegantes, com braços e costas à mostra. O tecido predominante era a seda. Os novos modelos facilitavam os movimentos frenéticos exigidos pelo charleston - dança vigorosa, com movimentos para os lados a partir dos joelhos. As meias eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas. O chapéu, até então acessório obrigatório, ficou restrito ao uso diurno. O modelo mais popular era o "cloche", enterrado até os olhos, que só podia ser usado com os cabelos curtíssimos, a "la garçonne", como era chamado. A mulher sensual era aquela sem curvas, sem seios e com quadris pequenos. A atenção estava toda voltada aos tornozelos.
A sociedade dos anos 1920, além da ópera ou do teatro, também freqüentava os cinematógrafos, que exibiam os filmes de Hollywood e seus astros, como Rodolfo Valentino e Douglas Fairbanks. As mulheres copiavam as roupas e os trejeitos das atrizes famosas, como Gloria Swanson e Mary Pickford. A cantora e dançarina Josephine Baker também provocava alvoroço em suas apresentações, sempre em trajes ousados.
Em 1927, Jacques Doucet (1853-1929), figurinista francês, subiu as saias ao ponto de mostrar as ligas rendadas das mulheres - um verdadeiro escândalo aos mais conservadores. Foi a época da estilista Coco Chanel, com seus cortes retos, capas, blazers, cardigãs, colares compridos, boinas e cabelos curtos. Durante toda a década Chanel lançou uma nova moda após a outra, sempre com muito sucesso.
Figurinistas da década de 1920
Jacques Doucet (1853-1929), um figurinista francês, em 1927, subiu as saias para mostrar as ligas rendadas.
Coco Chanel criou a moda dos cortes retos, capas, blazers, cardigãs, colares compridos, boinas e cabelos curtos.
Jean Patou, estilista francês teve o foco na criação de roupas esportivas. Inclusive para a tenista Suzanne Lenglen. Também revolucionou a moda da praia99 a com seus maiôs.
[editar] Décadas de 1960 e 1970
Ver artigo principal: Moda na década de 1960
HippiesAs roupas nas décadas de 60 e 70, época dos hippies, transmitiam a paz e amor, lemas da época, por cores alegres e estampas floridas, demonstrando sensibilidade, romantismo, descontração e bom humor, como também a liberdade de expressão perante o regime ditatorial em países como o Brasil, Chile e França.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Mensagem
Pedaços de Mim
Fonte:http://www.mensagem.etc.br/c/mensagens-de-reflexao
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